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A partir de 2017, mulheres poderão chegar até o comando das tropas da EsPCEx

por 9 de fevereiro de 2017 Não há comentários

A partir de 2017, as mulheres poderão entrar no Exército Brasileiro para atuarem como combatentes nos fronts de batalha. Hoje, no País, elas só podem trabalhar em funções administrativas ou integrando os quadros de saúde (como médicas ou dentistas, por exemplo). Para serem combatentes, elas terão, como os homens, que cursar a faculdade militar, que começa em Campinas na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx). “Todo oficial brasileiro tem que passar por Campinas obrigatoriamente”, explica o coronel Jorge Antonio Smicelato.

A faculdade fica na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) em Resende (RJ). Só que para entrar, é preciso prestar primeiro o vestibular que dá acesso à EsPCEx – “onde tudo começa”. Ao se formarem na escola, os alunos têm ,então, ingresso assegurado à Aman.

Na escola campineira, ao contrário do que popularmente se costuma dizer, não há cadetes. Há alunos, que se tornam cadetes, e devem só ser assim chamados quando entrarem na Aman.
Novo comando

Affonso da Costa entrou no lugar do coronel Jorge Antonio Smicelato, que irá para o Rio de Janeiro trabalhar no planejamento operacional para a Copa do Mundo. Desempenhará a função de Chefe do Centro de Operações do Comando Militar do Leste, que abrange RJ, ES, e MG.

Já Affonso da Costa, antes de vir comandar a EsPCEx, trabalhava como assessor militar do setor de Relações Exteriores no Ministério da Defesa, no Distrito Federal, em Brasília.

A EsPCEx tem 73 anos, e Affonso Costa é o 35° comandante a assumí-la.

Fonte: Correio Popular

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